RADICAIS LIVRES E ATIVIDADE FÍSICA

RADICAIS LIVRES E ATIVIDADE FÍSICA

Características genéticas e treino são os principais fatores no sucesso do atleta, mas quando a diferença se faz em milésimos de segundos todos os fatores que possam se somar para incrementar o desempenho, melhorar o tempo de recuperação do exercício, reduzir a fadiga e diminuir a incidência de lesões devem ser utilizados permitindo que o atleta treine um maior número de horas.

A nutrição bem equilibrada pode permitir a melhora dos depósitos de energia para as competições melhorando tanto velocidade quanto resistência.

EXERCÍCIO RADICAIS LIVRES E ANTIOXIDANTES

Os efeitos benéficos da atividade física são bem conhecidos, porém a possibilidade de efeitos negativos foi enfatizada apenas recentemente.  Os efeitos negativos potenciais podem ocorrer porque o metabolismo aeróbico no exercício faz aumentar a produção de Radicais livres.

Os opositores a agressão pelos radicais livres afirmam que a produção de radicais livres aumenta, mas as defesas antioxidantes normais naturalmente se regulam com o hábito do treinamento.

Na nossa prática diária o aumento de produção de radicais livres e consequente oxidação celular pioram com as fases de treinamento (Base 1, 2, Específico, específico puro, Polimento) que não são estáticas e sim dinâmicas com macro e microciclo de treinos e os que melhor se adaptam ou melhor controlam os radicais livres tem evolução mais regular e objetivos conquistados.

O exercício está associado a um grande aumento no consumo de oxigênio, onde a maior parte desse incremento de utilização deste oxigênio esta sendo feita pelos músculos que realizam trabalho.

Durante o exercício, o fluxo sanguíneo é derivado de muitos órgãos e tecidos para outros.    O músculo esquelético, cardíaco e pulmões recebem um aumento de fluxo, enquanto outros sofrem isquemia como intestino, baço e rins e ao encerramento da atividade a circulação é restabelecida (reoxigenação) levando a conhecida produção de Radicais Livres que ocorre durante a isquemia-reperfusão.

Através de um controle mais eficaz do treinamento desportivo acompanhado de uma suplementação dietética com quantidades equilibradas de vitaminas, micronutrientes e outros antioxidantes poderemos melhorar a performance do atleta assim como alongar o seu tempo de vida esportiva através da prevenção de moléstias advindas.    Estas recomendações poderiam também se estender a população em geral, ou seja, talvez através da prescrição de exercício ótimo associado a uma dieta equilibrada de micronutrientes, pudéssemos no futuro elevar o potencial de intervalo de vida médio e quem sabe elevar até mesmo o potencial máximo de intervalo de vida da espécie humana ao invés de treinar em uma atmosfera rica de poluentes associado a altas doses de radiação UV solar;  esperamos ainda que recentes avanços no campo da bioquímica dos RL deverão motivar muitos cientistas da comunidade das ciências do esporte para desvendar intrigantes enigmas neste campo.”

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