Tratamento da Obesidade

Tratamento da Obesidade / sobrepeso

O tratamento do sobrepeso / obesidade tem que visar a saúde.  Agora se tua motivação para o emagrecimento é estética, que ótimo, temos uma motivação.

Não importa o porquê, manter o corpo esbelto, com qualidade na alimentação, te trará saúde.  Saúde é o importante.

Não espere uma droga que te emagreça, ela não existe e nunca existiu e não há expectativa que na próxima década existirá.  Muitos já estão diabéticos, hipertensos, com colesterol alto, com câncer ou “simplesmente” deprimidos esperando por este milagre.

Tome uma atitude mude sua vida.

O melhor método, no nosso ponto de vista, é a modificação do seu habito. É necessária uma radicalização para parar este círculo vicioso.  Esta tem que ser muito bem programada, existem técnicas alimentares acompanhadas passo a passo por profissional especializado em Nutrologia,

Você passará por um período de modificação, fazendo com que seu corpo acostume com uma nova realidade.

Qual a consequência disto?  A saúde ou seja, disposição, controle emocional, pele boa, cabelo bom, disposição para o trabalho, para o esporte e laser, para o amor.

A obesidade é um vício (veja matéria nesse site) e como tal tem que ser tratada.  Ao tratar o vicio não se usa maconha light ou cocaína orgânica, simplesmente não a usa.

Progressivamente você chegara a dieta ideal para você.

Para o emagrecimento a melhor arma é o conhecimento, acompanhado da dieta, da atividade física e de todo o arsenal de substancias legais naturais ou não.  Orientada por um bom profissional Médico Nutrologo

O Médico Nutrologo é o profissional este que conhece o que tem neste alimento, em tudo o que foi necessário para o desenvolvimento deste alimento; quais as consequências do uso de alimento, na sua saúde ou na sua doença.

Por sorte, nosso intestino foi preparado para que, eventualmente, um alimento inadequado seja consumido.  Quando teu organismo já estiver atingido este patamar ir a uma festa com amigos, não será um crime, apenas um “dia do lixo” e ele (seu intestino) saberá disto e descartará a substancia nociva.  Eu disse eventualmente.

70% das doenças tem origem nos hábitos, o Nutrologo pode te ajudar nisto, eleja um e boa saúde.

Exercício mais do que Queima de Calorias

Exercício mais do que Queima de Calorias

Estudo apresentado na 24ª Reunião Anual da Federação das Sociedades de Biologia Experimental, mostra que a atividade física pode restaurar a sensibilidade dos neurônios envolvidos no controle da saciedade, o que contribuiria para a redução da ingestão alimentar e consequentemente, do peso corporal.

O trabalho apresentado apresenta evidencias de que mamíferos obesos podem apresentar falhas determinantes para a prevalência da obesidade, na transmissão de sinais em neurônios que controlam a saciedade.  Achava-se, até então, que a atividade física apenas aumentaria o gasto energético provocando o emagrecimento.

O estudo foi realizado pelo pesquisador Eduardo Rochete Ropelle, da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade de Campinas (Unicamp) e do Instituto de Obesidade e Diabetes. Ele comenta que o papel do exercício vai além da simples queima de caloria. “Pode causar uma melhora no sistema nervoso, controlando a saciedade e diminuindo o apetite. Em outras palavras, é possível que a atividade física controle o outro lado da balança”.

A pesquisa ainda não foi testada em humanos e foram submetidos para publicação na revista Nature Neuroscience

Obesidade é vício

Obesidade é um vicio

O mecanismo molecular que leva indivíduos ao vício em drogas é o mesmo que está por trás da compulsão pela comida, de acordo com um novo estudo realizado por cientistas norte-americanos.

Os resultados fornecem uma explicação científica para algo que é verificado na prática em pessoas obesas, há muito tempo: assim como ocorre com a dependência em outras substâncias, largar o vício por alimentos muito calóricos e gostosos é algo extremamente difícil.

A pesquisa, coordenada por Paul Kenny do Instituto de Pesquisa Scripps, na Flórida (Estados Unidos), foi publicada em março deste ano, na edição on-line da revista Nature Neuroscience

Os resultados do estudo já haviam sido divulgados de forma preliminar em uma reunião da Sociedade de Neurociências, em Chicago, em outubro de 2009. Mas o artigo vai mais longe, demonstrando, pela primeira vez com clareza em modelos animais, que o desenvolvimento da obesidade coincide com a deterioração progressiva do equilíbrio químico em circuitos de recompensa do cérebro.
Quanto mais alimentos gostosos e calóricos os ratos comiam, mais esses centros de prazer do cérebro se tornavam cada vez menos sensíveis, fazendo com que os ratos utilizados no experimento desenvolvessem rapidamente o hábito de comer compulsivamente, consumindo quantidades maiores de alimentos saborosos e com altos teores de calorias, até se tornarem obesos. As mesmas mudanças cerebrais, encontradas nesses ratos “viciados” em alimentos gostosos e calóricos, ocorreram nos cérebros dos ratos que consomem grande quantidade de cocaína ou heroína e que leva ao uso compulsivo de drogas.
Os animais “viciados” procuravam sistematicamente os alimentos gostosos e calóricos e ingeriam o dobro das calorias dos ratos do grupo controle. Eles continuavam a comer compulsivamente, mesmo quando recebiam choques elétricos para tentar dissuadi-los de comer a comida mais gostosa. Colocados em uma alimentação balanceada, sem acesso a comida mais gostosa e calórica, esses ratos já “viciados” se recusaram a comer por 2 semanas.
O estudo do cérebro dos ratos que participaram desse estudo mostrou que os animais que mudaram a dieta mais profundamente, preferindo a comida mais saborosa e menos saudável, apresentavam modificações no metabolismo cerebral similar à encontrada nos animais viciados em cocaína.
Os centros de prazer do cérebro foram tão superestimulados com a comida altamente saborosa, que houve uma adaptação a esse estímulo, diminuindo os seus efeitos e exigindo uma estimulação cada vez mais intensa e constante, ou seja, cada vez mais alimentos saborosos e calóricos para a obtenção do mesmo prazer.
Eles descobriram que havia uma alteração no metabolismo da dopamina D2 cerebral, conhecida por ter um importante papel na vulnerabilidade à dependência química e à obesidade. A dopamina D2 é um neurotransmissor que é liberado no cérebro por experiências de prazer, como comida, sexo ou drogas. No caso do abuso de cocaína, por exemplo, a droga altera o fluxo de dopamina bloqueando sua recuperação, inundando o cérebro e superestimulando os receptores, levando, com frequência, a mudanças físicas na maneira como o cérebro responde à droga. O estudo mostra que o mesmo processo ocorre quando o indivíduo está viciado em alimentos calóricos e saborosos.
Essa descoberta confirma o que muitos já suspeitavam: o consumo exagerado de comida muito saborosa é um gatilho para uma resposta neuroadaptativa, semelhante ao vício, nos circuitos de recompensa do cérebro, causando obesidade por um mecanismo similar à dependência de drogas.

Referência
Dopamine D2 receptors in addiction-like reward dysfunction and compulsive eating in obese rats. Paul M Johnson & Paul J Kenny. NaJournal nameture Neuroscience, 13,Pages:635–641Year published:(2010). Published online 28 March 2010. www.nature.com/neuro

Indice Glicemico

Índice glicêmico

Todos os carboidratos são digeridos e transformados em glicose, o combustível do organismo. Quando essa transformação é rápida, diz-se que esses alimentos possuem um IG alto. Nesses casos, a glicemia aumenta rapidamente e uma grande quantidade de insulina é secretada.

A ingestão constante de alimentos de alto IG faz o pâncreas secretar insulina continuamente para levar essa glicose para dentro das células dos músculos, onde é transformada em glicogênio. Se a ingestão de alimentos com alto IG continua, o corpo começa a converter o excesso de glicose em triglicérides, que são armazenados na forma de gordura.

Ao mesmo tempo, a secreção continuada de altos níveis de insulina cria um mecanismo de resistência no organismo. Uma das consequências é o aumento da produção de insulina.

Tem início aí um círculo vicioso: a ingestão frequente de alimentos que de elevado IG leva o organismo a se tornar resistente à insulina e a pessoa fica vez mais obesa porque quanto maior for a quantidade de glicose no sangue, mais insulina o pâncreas produz para fazer essa glicose entrar na célula para diminuir o nível sanguíneo da glicose e assim o círculo vicioso está instalado, com a resistência do organismo à glicose estabelecida. A pessoa engorda cada vez mais, isto é cada vez mais o seu nível de glicose aumenta, mais insulina é produzida e mais resistente ela fica.

Quando a demanda de insulina é menor, a manutenção da glicemia é melhor e há uma redução da lipidemia. Dessa maneira se consegue prevenir e tratar doenças crônicas como a obesidade, diabetes, as doenças cardíacas e até alguns tipos de cânceres.

O indice Glicemico foi criado em 1981 com o intuito de ajudar atletas e diabéticos a manterem estáveis os seus níveis de açúcar. Para isso, elaborou-se uma tabela de 1 a 100 levando em conta a velocidade de um alimento para elevar a glicose sanguínea. Os alimentos que são convertidos em glicose mais lentamente que o pão branco, por exemplo, tem IG menor que 100. Os que são convertidos mais rapidamente do que o pão branco, têm IG maior que 100.

Não se deve esquecer que a resposta glicêmica está relacionada com a natureza do amido (amilose e amilopectina), a quantidade de monossacarídeos (frutose, galactose), a presença de fibras, a cocção ou o processamento, o tamanho das partículas, a presença de fatores antinutricionais (fitatos) e a proporção de macronutrientes (proteína e gordura). Além disso, essa resposta também é influenciada pela quantidade consumida e pela maneira como esse alimento é preparado.

Alimentos que tem um alto IG (maior que 85)

Exemplos de alimentos com alto índice glicêmico:

  • Banana, batata frita, biscoito, bolacha cream cracker e outros
  • Bolo, cenoura, frutas secas, mandioca, melancia, milho, sorvete
  • Tapioca, trigo branco e uva passa

Os carboidratos com alto IG são bons para serem consumidos durante e após os exercícios. Eles entram rapidamente na circulação sanguínea e são imediatamente disponibilizados para os músculos.

Alimentos que tem um moderado índice glicêmico (entre 60 e 85)

Os alimentos com um moderado índice glicêmico são:

  • a maioria dos macarrões, batata doce, aveia
  • chocolate, suco de laranja
  • arroz, feijão cozido, grão de centeio, ervilhas frescas, pipoca e outros

Alimentos que tem um baixo índice glicêmico (abaixo de 45)

Exemplos:

  • cereais
  • maçã, pera, suco de tomate, vegetais crucíferos (couve-flor, brocolis)

Os alimentos que tem um baixo IG são bons para serem consumidos antes de se fazer exercícios. Como eles entram lentamente na circulação sanguínea, sustentam mais a longo prazo, mantém estabilizados os níveis de açúcares por períodos maiores de exercício (mais do que uma hora).